(capítulos de um a dez)
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Entrada para Raja
"A mata tinha conduzido os viajantes à uma espécie de beco sem saída. Chegaram na encosta de uma rocha com mais de vinte metros de altura e quinhentos de extensão, ficaram impossibilitados de avançar. Zarel pressentia que a passagem para a cidade ficava ali em algum lugar, pois Alawara queria expeli-lo a todo custo; buracos se abriam sob seus pés, pedras cada vez maiores se soltavam da rocha indo dar contra sua proteção e um enxame de marimbondos venenosos voava em seu entorno."
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Julgamento na praça
"Voou ainda mais alto para planar sobre os rochedos que circundavam Savedra. Mesmo lá de cima a montanha parecia absoluta, protetora e forte. Permaneceu um longo tempo de asas abertas sendo inflado como um balão pelas correntes de ar quente, até que foi atacado por uma necessidade incrível de descer, um tipo de chamado que não poderia desobedecer vindo direto de uma das grutas da montanha. Desceu até lá desenhando círculos no sereno da noite."
(capítulos de um a nove)
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Visitas noturnas
"Alegre feito criança, Santiago enlaçou Desidéria até as mãos pousarem sobre seda que cobria suas costas. Beijou seu melhor beijo e partiu."
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(capítulos de um a oito)
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(capítulos de um a oito)
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
O primeiro portal
"– Na primeira oportunidade que surgir – instruiu Zarel –, fugiremos daqui. Mantenha-se atento aos chacais, uma mordida é o bastante para ferir com gravidade. Faça o que for preciso, mas não tente enfrentar Féron, ele é muito poderoso nesta forma, seria suicídio."
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(capítulos de um a sete)
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
A densa Alawara
"A erva queimava inteira cada vez que Bizet tragava o cachimbo, Zarel logo o realimentava e servia-se também. A esta altura, a bolsa que antes estava abarrotada continha apenas o suficiente para reabastecer mais dois ou três fornilhos. O dia amanhecia e ambos estavam em paz, porém exaustos, Bizet, ainda pior, começou a sentir uma fome cavalar."
(capítulos de um a seis)
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
A história de Zarel
Depois de passar toda a formação acadêmica de jornalismo escrevendo sobre o real, procurando os detalhes do concreto, extraindo a clareza mais pura das falas dos entrevistados, resolvi produzir um livro de ficção. Essa aventura tem me proporcionado algo que o jornalismo jamais pôde: criar sem limites. O texto mesmo do livro já precisa ser melhor trabalhado que o da reportagem, até por que, a reportagem tem poucas páginas, e o livro tem muitas.
Pra ser ainda mais livre decidi escrever sobre fantasia. Histórias de magos, objetos misteriosos e séries onde se pode reencontrar os personagens sempre me chamaram a atenção. Agora vou tentar dar uma contribuição para as pessoas que, assim como eu, são apaixonadas por ficção.
Meu plano é terminar o livro até fevereiro de 2012. Se der certo e alguma editora se interessar, pretendo ser escritor, comprar uma casa de madeira e produzir os outros quatro volumes que planejei pra depois deste.
Estava usando outro blog, o juntador de letras, mas migrei pro blogger por questões técnicas. Vou publicando capítulo por capítulo aqui e no meu Facebook. Aceito críticas e pitacos, comentários serão sempre bem-vindos.
Agora, com licença, preciso escrever...
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