"A erva queimava inteira cada vez que Bizet tragava o cachimbo, Zarel logo o realimentava e servia-se também. A esta altura, a bolsa que antes estava abarrotada continha apenas o suficiente para reabastecer mais dois ou três fornilhos. O dia amanhecia e ambos estavam em paz, porém exaustos, Bizet, ainda pior, começou a sentir uma fome cavalar."
(capítulos de um a seis)
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